“Que setembro venha com bons ventos, que me traga sorte e amor, que não me deixe sofrer, por favor.”
(CFA)
domingo, 28 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
"Só que eu me canso desse amor duas vezes no mês, me canso do não, do depois, do quem sabe, do vamos ver, do pode ser, do a gente pensa nisso outra hora. Canso da anulação, da falta, da ausência. Canso dessa liberdade que prende os seus braços e pernas e alma. Canso do meu desespero de achar que falar, gritar, espernear resolve. Escândalo não resolve a impossibilidade, não alivia a minha dor. Então me calo por cansaço, porque é triste demais não ter forças pra insistir, pra lutar, pra fazer valer a pena. É só isso: triste."
domingo, 21 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
“Gosto de olhar as pedras e os desenhos do vento na superficie da água, gosto de sentir as modificações da luz quando o sol está desaparecendo, gosto de sentir o dia se transformando em noite e em dia outra vez, gosto de olhar crianças brincando e das árvores que existem no meio da minha rua — gosto de pensar que vou sempre ter olhos para gostar dessas coisas, e por mais sozinho ou triste que eu esteja vou ter sempre esse olhar sobre as coisas.”
(CFA)
(CFA)
Mude,
mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa. Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas. Dê os teus sapatos velhos. Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas. Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama. Depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais, leia outros livros.
Viva outros romances!
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade. Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia.
o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor. A nova vida.
Tente.
Busque novos amigos. Tente novos amores. Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado, outra marca de sabonete, outro creme dental.
Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas. Troque de carro.
Compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
Arrume um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores, mas não é isso o que importa. O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!
(EM)
mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa. Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas. Dê os teus sapatos velhos. Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas. Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama. Depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais, leia outros livros.
Viva outros romances!
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade. Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia.
o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor. A nova vida.
Tente.
Busque novos amigos. Tente novos amores. Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado, outra marca de sabonete, outro creme dental.
Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas. Troque de carro.
Compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
Arrume um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores, mas não é isso o que importa. O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!
(EM)
terça-feira, 16 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
“Beber é algo emocional. Faz com que você saia da rotina do dia-a-dia, impede que tudo seja igual. Arranca você pra fora do seu corpo e de sua mente e joga contra a parede. Eu tenho a impressão de que beber é uma forma de suicídio onde você é permitido voltar à vida e começar tudo de novo no dia seguinte. É como se matar e renascer. Acho que eu já vivi cerca de dez ou quinze mil vidas.”
“Talvez”. É só isso que consegue sair da minha boca quando me perguntam se te esqueci. Talvez eu não sinta a sua falta, talvez, eu não precise mais de você. É um pouco de desilusão com esperança. Eu sei que você não volta, sei que você já seguiu sua vida, e que “talvez” eu já deveria ter seguido a minha… Mas é nessa hora que a esperança fala por mim, fala pelo meu coração. A esperança me faz acreditar que um dia, não importa quando, você irá me procurar, sei lá, me mandando uma mensagem dizendo “ei, sinto sua falta”, ou me chamando no msn só pra falar um “oi”, mesmo que não tenha nada a dizer… Sim, eu acredito. Se acontecer, quero que saiba que será esperado. Se o silêncio dominar a nossa janela no msn, ou se vier a falta de palavras ao ler uma mensagem tua, tudo bem… Eu não me importo que o silêncio fale por mim. Aliás, eu já deixei de me importar com tanta coisa, e você ainda não sabe. E será que se importaria se soubesse? Eu acho que não. Às vezes a vida nos prega algumas peças pra testar o que somos, e eu sinceramente me saí bem na maioria delas. Eu sei que acostumar com a sua ausência não foi fácil, mas repetir diariamente pra mim mesma: “Você não precisa dele…” me fez um pouco mais forte para continuar. Eu fiz coisas certas para te ter de volta, e ainda assim foi pouco. Só espero que você esteja bem (com ou sem mim), e enquanto as coisas não voltam pro lugar, eu vou continuar a escrever, ou pelo menos tentar. Eu vou estar aqui, esperando ansiosamente por algum sinal seu. Está tudo tão diferente, e mesmo assim não vou desistir. Continua se cuidando e seja feliz, mas dessa vez pra você…
sábado, 13 de agosto de 2011
“Tô aqui aprendendo que nem todos dão valor ao que você pode oferecer, e acabar demonstrando afeto demais começa a encher o saco, e eu digo tudo isso da minha parte. Chega de ligações, preocupações, sentimentos demonstrados aos extremos. Vou ficar mais relax mesmo… não quer me ligar, não liga, mas também não ligarei. Não quer me ver, não me veja, mas também não sairei que nem doida atrás de você pra saber se a gente vai se ver, que horas é o nosso encontro, não mais.”
(CFA)
(CFA)
“Eu sei o que você pensa quando olha pra mim. Talvez se eu fosse mais comportada, falasse mais baixo e não chamasse tanta atenção. Talvez se eu bebesse um pouco menos, te desse menos trabalho e não fosse tão do agora. Talvez se eu não tivesse chegado tão perto, nem te tocado tão fundo, nem sido tão eu… talvez haveria alguma possibilidade.”
(CFA)
(CFA)
Resolvi ignorar as pessoas, os sentimentos e principalmente as palavras. O motivo? Bom, pessoas mentem e nem sempre são confiáveis como você pensa. Sentimentos vêm e vão toda hora, hoje diz que ama, amanhã diz o mesmo pra outra pessoa. Palavras são apenas palavras, e pra alguns isso não vale muita coisa. Então decidi deixar pra trás pessoas que me machucaram, sentimentos que não me fizeram bem e palavras ditas da boca pra fora. E sabe o melhor disso tudo? Me sinto leve, como se tivesse tirado um peso enorme das costas, e de fato eu tirei… Agora é tudo por mim, é tudo sobre mim! E sem pensar duas vezes desprezarei qualquer tipo de contato, demonstração de afeto e palavras de carinho; espero que assim tudo fique mais fácil e se não ficar, mudo de novo, e de novo.
Resolvi ignorar as pessoas, os sentimentos e principalmente as palavras. O motivo? Bom, pessoas mentem e nem sempre são confiáveis como você pensa. Sentimentos vêm e vão toda hora, hoje diz que ama, amanhã diz o mesmo pra outra pessoa. Palavras são apenas palavras, e pra alguns isso não vale muita coisa. Então decidi deixar pra trás pessoas que me machucaram, sentimentos que não me fizeram bem e palavras ditas da boca pra fora. E sabe o melhor disso tudo? Me sinto leve, como se tivesse tirado um peso enorme das costas, e de fato eu tirei… Agora é tudo por mim, é tudo sobre mim! E sem pensar duas vezes desprezarei qualquer tipo de contato, demonstração de afeto e palavras de carinho; espero que assim tudo fique mais fácil e se não ficar, mudo de novo, e de novo.
domingo, 7 de agosto de 2011
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